POR QUE A ARTE NÃO É [APENAS] LINGUAGEM NO CAMPO EDUCACIONAL?

Autores/as

  • Marilda Oliveira de Oliveira Universidade Federal de Santa Maria - UFSM, Santa Maria/RS, Brasil
  • Elaine Schmidlin Universidade do Estado de Santa Catarina, UDESC, Florianópolis/SC, Brasil https://orcid.org/0000-0002-7478-1781

DOI:

https://doi.org/10.19179/rdf.v1i1.1714

Palabras clave:

Arte; Educação; Linguagem

Resumen

Este ensayo, escrito por dos investigadoras de diferentes provincias y universidades de Brasil que actúan en carreras de Licenciatura en Artes Visuales, y a nivel de posgrado, en programas de Postgrado en Educación y Artes Visuales, pretende traer elementos para pensar el arte como un bloque de sensación, con el objetivo de problematizarlo como lenguaje en el campo educativo. En este sentido, la cuestión central de este escrito es presentar el arte como un plano de pensamiento que crea agregados sensibles, afectos y perceptos en un plano de composición, como ejes de fuerzas que borran cualquier referente que pretenda comunicar o dejarse captar como lectura o interpretación. Para completar esta tarea, las autoras invitan a esta conversación a pensadores como Gilles Deleuze y Félix Guattari (1992, 1995), Michel Foucault (2009) y Maurice Blanchot (2007, 2010, 2010a, 2011). Como método proponen una revisión bibliográfica de los referentes con los que trabajan como docentes, a partir de las filosofías de la diferencia. Inicialmente abordan la literatura como fuera, noción de Maurice Blanchot (2011), para luego presentar la despersonalización del sujeto en Michel Foucault (2009) y Gilles Deleuze (1997), destacando lo que lleva a pensar sobre la literatura y el arte y, finalmente, las resonancias en el campo educativo. El resultado de este texto es, por tanto, una invitación a pensar el arte en el ámbito educativo desde otro lugar menos previsible y, quizás, más sugerente.

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Publicado

11/03/2026

Cómo citar

Oliveira de Oliveira, M., & Schmidlin, E. (2026). POR QUE A ARTE NÃO É [APENAS] LINGUAGEM NO CAMPO EDUCACIONAL?. Revista Da FUNDARTE, 1(1), e1714. https://doi.org/10.19179/rdf.v1i1.1714