POR QUE A ARTE NÃO É [APENAS] LINGUAGEM NO CAMPO EDUCACIONAL?
DOI:
https://doi.org/10.19179/rdf.v1i1.1714Palabras clave:
Arte; Educação; LinguagemResumen
Este ensayo, escrito por dos investigadoras de diferentes provincias y universidades de Brasil que actúan en carreras de Licenciatura en Artes Visuales, y a nivel de posgrado, en programas de Postgrado en Educación y Artes Visuales, pretende traer elementos para pensar el arte como un bloque de sensación, con el objetivo de problematizarlo como lenguaje en el campo educativo. En este sentido, la cuestión central de este escrito es presentar el arte como un plano de pensamiento que crea agregados sensibles, afectos y perceptos en un plano de composición, como ejes de fuerzas que borran cualquier referente que pretenda comunicar o dejarse captar como lectura o interpretación. Para completar esta tarea, las autoras invitan a esta conversación a pensadores como Gilles Deleuze y Félix Guattari (1992, 1995), Michel Foucault (2009) y Maurice Blanchot (2007, 2010, 2010a, 2011). Como método proponen una revisión bibliográfica de los referentes con los que trabajan como docentes, a partir de las filosofías de la diferencia. Inicialmente abordan la literatura como fuera, noción de Maurice Blanchot (2011), para luego presentar la despersonalización del sujeto en Michel Foucault (2009) y Gilles Deleuze (1997), destacando lo que lleva a pensar sobre la literatura y el arte y, finalmente, las resonancias en el campo educativo. El resultado de este texto es, por tanto, una invitación a pensar el arte en el ámbito educativo desde otro lugar menos previsible y, quizás, más sugerente.
Descargas
Referencias
BARTHES, Roland. A morte do autor. In: O Rumor da Língua. Tradução de Mario Laranjeira. São Paulo: Martins Fontes, 2004.
BLANCHOT, Maurice. A conversa infinita: a palavra plural. Tradução Aurélio Guerra Neto. Vol.1. São Paulo: Escuta, 2010.
BLANCHOT, Maurice. A conversa infinita: a experiência limite. Tradução João Moura Jr. Vol.2. São Paulo: Escuta, 2007.
BLANCHOT, Maurice. A conversa infinita: a ausência de livro. Tradução João Moura Jr. Vol.3. São Paulo: Escuta. 2010ª.
BLANCHOT, Maurice. A parte do fogo. Tradução Ana Maria Scherer. Rio de Janeiro: Rocco, 2011.
BRASIL. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Base Nacional Comum Curricular. Diário Oficial da União, Brasília, 2017. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/abase/. Acesso em: 13 de fev. 2025.
DELEUZE, Gilles. Crítica e clínica. Tradução Peter Pál Pelbart. São Paulo: Editora 34, 1997.
DELEUZE, Gilles. Foucault. Tradução de Claudia Sant’Anna Martins; Revisão de Renato Ribeiro. São Paulo: Brasiliense, 2005.
DELEUZE, Gilles. Conversações. Tradução de Peter Pál Pelbart. São Paulo: Ed. 34, 2006.
DELEUZE, Gilles. Francis Bacon: lógica da sensação. Tradução Roberto Machado. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2007.
DELEUZE, Gilles. Diferença e repetição. Tradução Luiz Orlandi e Roberto Machado. São Paulo: Editora Graal, 2009.
Deleuze, Gilles. Lógica do Sentido. Tradução Luiz Roberto Salinas Fortes. São Paulo: Perspectiva, 2011.
DELEUZE, Gilles; GUATTARI, Félix. O que é a filosofia? Tradução Bento Prado Jr. e Alberto Alonso Munoz. Rio de Janeiro: Ed. 34, 1992.
DELEUZE, Gilles; GUATTARI, Félix. Mil Platôs: Capitalismo e Esquizofrenia. Tradução de Aurélio Guerra Neto e Celia Pinto Costa. Vol. 1. São Paulo: Editora 34, 1995
DELEUZE, Gilles. O Abecedário de Gilles Deleuze. Realização de Pierre-André Boutang, produzido pela Éditions Montparnasse, Paris. A série de entrevistas, feita por Claire Parnet, foi filmada nos anos 1988.
DELEUZE, Gilles; PARNET, Claire. Uma conversa, o que é? Para que é que serve? In: DELEUZE, Gilles; PARNET, Claire. Diálogos. Tradução de José Gabriel Cunha. Relógio d’Água Editores, Lisboa, 1998, p.12-47.
FOUCAULT, Michel. Estética, literatura e pintura, música e cinema. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2009.
GIL, José. A arte como linguagem: a última lição. Portugal: Relógio D’Água Editores, 2010.
LARROSA, Jorge. Epílogo. In: SKLIAR, Carlos. Pedagogia (improvável) da diferença: e se o outro não estivesse aí? Tradução Giane Lessa. Rio de Janeiro: DP&A, 2003. Pp. 211-216.
LEVY, Tatiana Salem. A experiência do fora: Blanchot, Foucault e Deleuze. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2011.
PELBART, Peter Pál. O avesso do niilismo – cartografias do esgotamento. 2ª ed. São Paulo: n-1 edições, 2016.
ROLNIK, Suely. Cartografia sentimental: Transformações contemporâneas do desejo. Porto Alegre: Sulina, Editora da UFRGS, 2011.
SKLIAR, Carlos. Desobedecer a linguagem: Educar. Tradução Giane Lessa. 1ª ed. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2014.
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2025 Marilda Oliveira de Oliveira, Elaine Schmidlin

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-SinDerivadas 4.0.
Ao submeter um artigo à REVISTA da FUNDARTE e tê-lo aprovado, os autores mantem os direitos de autoria e concordam em ceder, sem remuneração, os seguintes direitos autorais à REVISTA da FUNDARTE : os direitos de primeira publicação e permissão para que esta revista redistribua esse artigo e seus dados aos serviços de indexação e referências que seus editores julguem usados.
Este trabalho está licenciado sob uma Licença Creative Commons Não Comercial 4.0 Internacional.
![]()
