CONTRIBUIÇÃO DE GRUPOS CULTURAIS AFRODIASPÓRICOS NA CONSTRUÇÃO IDENTITÁRIA RACIAL E POLÍTICA A PARTIR DA PERSPECTIVA DECOLONIAL

Autores

  • Alcinéia Soares dos Santos Universidade Federal da Bahia - UFBA, Salvador/BA, Brasil

DOI:

https://doi.org/10.19179/rdf.v1i1.1641

Palavras-chave:

Grupos culturais afrodiaspóricos; Identidade racial e política; perspectiva decolonial.

Resumo

Os grupos culturais se apresentam como espaços potentes na fomentação do debate em torno da negritude e afirmação identitária. Este estudo se debruça em abordar as contribuições dessas entidades na construção da identidade racial, evidenciando o ativismo como fator crucial neste sentido de forma a corroborar na luta antirracista ao se propor ações que levem seus integrantes a tomarem consciência política. Para tanto, investigou-se as intervenções sociais do Bloco Ilê Aiyê, do Maracatu Encanto do Pina e dos grupos de Capoeira Angola na busca por apontar o papel preponderante de cada uma dessas manifestações dançantes da Cultura Popular ao agregar valores fundamentais na formação atitudinal numa perspectiva decolonial.

Downloads

Os dados de download ainda não estão disponíveis.

Biografia do Autor

  • Alcinéia Soares dos Santos, Universidade Federal da Bahia - UFBA, Salvador/BA, Brasil

    Doutoranda e M.ª em Dança (PPGDANÇA/UFBA); Licenciada em Dança e com Esp. no Curso Contemporâneo de Dança (UFBA); Lic. em Educação Física (Universidade Estadual de Feira de Santana/UEFS); Esp. em Metod. do Ensino e da Pesquisa em Educ. Física (Faculdade Social da Bahia/FSBA); Membro do grupo de pesquisa em Culturas Indígenas, repertórios Afro-brasileiros e Populares - GIRA/UFBA; 

Referências

MUNANGA, Kabenguele. Negritude: usos e sentidos. Negritude e identidade no Brasil. 4ª ed. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2019. p.11 a 34 e p.55-76.

OLIVEIRA, Eduardo. Filosofia da Ancestralidade: corpo e mito na filosofia da educação brasileira. Salvador: Editora Gráfica Popular, 2007. p. 129-260.

PAULA, Juliana. Bloco afro ilê-aiyê: uma história de luta antirracista. Caminhos da História, v.26, n.1 Programa de Pós-Graduação em História (PPGH), Unimontes-MG, p. 98-111, jan./jun. 2021.

RUFINO. Luis. Performances Afro-diásporica e Decolonialidade: O saber Corporal a partir de Exu e suas Encruzilhadas. Revista Antropolítica, n. 40, Niterói, p. 54-80, 1. sem. 2016.

SANTOS, Inaicyra Falcão dos. Corpo e Ancestralidade: uma proposta pluricultural de dança-arte-educaçao. São Paulo: Terceira Margem, 2013. Batá: ritual, vida e arte na tradição africana. p.67 a 91.

SANTOS, Laudemir Pereira dos. A filosofia do malandro: estéticas de um corpo encantado pela desobediência. Revista da Associação Brasileira de Pesquisadores Negros - ABPN, v. 12, n. 31, dez. 2019 – fev. 2020, p. 95 a 112. Disponível em: https://abpnrevista.org.br/index.php/site/article/view/834. Acesso em 05 de Abril 2021.

SANTOS, Laudemir Pereira dos. Èmí, Ofò, Asé: A Elinga e a Dança das “Mulheres do Àse. Revista Brasileira de Estudos da Presença, Porto Alegre, v. 10, n. 3, 2020, p. 1 a 26. Disponível em: https://www.scielo.br/pdf/rbep/v10n3/2237-2660-rbep-10-03-e92149. Acesso em: 30 de Mar 2021.

TENÓRIO, Augusto. Mestra Joana: O Maracatu e a inspiradora luta das mulheres da comunidade do Bode. Recife: UOL/ SOCIAL 1/ BLOG NE10; 2019. Disponível em: <https://tinyurl.com/y4wsyk5e>. Acesso em 22 Set. 2020.

Downloads

Publicado

11.03.2026

Como Citar

Soares dos Santos, A. (2026). CONTRIBUIÇÃO DE GRUPOS CULTURAIS AFRODIASPÓRICOS NA CONSTRUÇÃO IDENTITÁRIA RACIAL E POLÍTICA A PARTIR DA PERSPECTIVA DECOLONIAL. Revista Da FUNDARTE, 1(1), e1641. https://doi.org/10.19179/rdf.v1i1.1641