A TRANSFORMAÇÃO DE UM MAUSOLÉU A UM DITADOR EM UMA GALERIA DE ARTE
UM RELATO DE EXPERIÊNCIA DE INTERVENÇÕES URBANAS DO COLETIVO APARECIDOS POLÍTICOS NO EX-MAUSOLÉU CASTELO BRANCO
DOI:
https://doi.org/10.19179/hpadxg62Palabras clave:
arte pública, memória, ditadura civil-militar, desmonumentalização, coletivo aparecidos políticosResumen
El artículo presenta la trayectoria del Colectivo Aparecidos Políticos (CAP) en las intervenciones urbanas realizadas en el antiguo Mausoleo Castelo Branco, en Fortaleza, que culminaron en su transformación en la Galería de la Libertad en 2025. La experiencia, desarrollada a lo largo de quince años, articula arte público, memoria y política, cuestionando la permanencia de homenajes a figuras vinculadas con la dictadura civil-militar brasileña. El texto aborda el contexto histórico y simbólico del monumento, así como las acciones artísticas que resignificaron el espacio —desde proyecciones y performances hasta residencias artísticas—. Basado en autores como Benjamin, Didi-Huberman, Seligmann-Silva y Safatle, el relato destaca el papel del arte como dispositivo de contramemoria y resistencia, proponiendo la desmonumentalización como práctica crítica y pedagógica. Al analizar la creación de la Galería de la Libertad, el artículo discute las disputas en torno a la memoria pública y la relevancia de la justicia transicional en los campos del arte y la ciudadanía.
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