LITHOGRAPHY AS A FIELD OF FORCE: VERTIGOS AND THRESHOLDS OF LANDSCAPE IN CONTEMPORARY ARTISTIC PRACTICES IN VISUAL ARTS

Authors

DOI:

https://doi.org/10.19179/rdf.v1i1.1752

Keywords:

Engraving; Lithography; Horizon line; Roots; Artistic procedures.

Abstract

This article investigates contemporary artistic practices with an emphasis on lithography and its relationship with the body, landscape, and sensitive experience. The research, process-based and qualitative in nature, adopts a walking methodology, grounded in autobiographical writings and everyday gestures, such as uprooting plants and walking along Praia do Fagundes in Porto Belo (SC), Brazil. These practices give rise to artistic procedures conceived within a field of force that vibrates along the horizon line, approached here as a metaphor for sensitive experience. Lithography is explored not merely as a technique, but as a space of vibration where matter and gesture intertwine, creating a sensitive vertigo of the intangible.

Downloads

Download data is not yet available.

Author Biography

  • Pedro Gottardi, Universidade do Estado de Santa Catarina - UDESC

    Doutorando pela Universidade do Estado de Santa Catarina - UDESC, na linha de pesquisa Processos Artísticos Contemporâneos. Artista Visual. Professor no ensino superior. Mestre em Educação pela Universidade Regional de Blumenau - FURB, 2021. Foi Bolsista da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - Capes, 2019-2021; Graduado em Artes Visuais pela mesma instituição, 2018. Atuou como conselheiro de Cultural no Município de Blumenau/SC, 2019-2021.

References

AIRA, César. Pequeno manual de procedimentos. Curitiba: Arte & Letra, 2007. Pesquisa dos originais e tradução de Educard Marquardt.

ARCHER, Michael. Arte contemporânea: uma introdução. Tradução de Vera Ribeiro. São Paulo: Martins Fontes, 2001.

BENATTI, Lucas. Deambulações (criativas) na cidade: o caminhar como experiência poética. Colóquio, Espírito Santo, v. 20, p. 46-59, jul. 2021. Disponível em: https://periodicos.ufes.br/colartes/article/view/35359 . Acesso em: 16 out. 2024.

BENJAMIN, Walter. Magia e técnica, arte e política: ensaios sobre literatura e história da cultura. 7. ed. São Paulo: Brasiliense, 1994.

COVERLEY, Merlin. A arte de caminhar: o escritor como caminhante. São Paulo: Martins Fontes, 2014.

DELEUZE, Gilles; GUATTARI, Félix. Mil platôs: capitalismo e esquizofrenia. Vol. 1. São Paulo: Editora 34, 1995.

DERDIK, Rejane. Formas de Pensar o Desenho: gráfico, discurso, discurso gráfico. São Paulo: Senac, 2012.

DUPRAT, Andréia Carolina Duarte. Clubes de Gravura no Brasil (1947-1960): realismo socialista à brasileira. 2023. 358 f. Tese (Doutorado) - Curso de Artes Visuais, Instituto de Artes, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Rio Grande do Sul, 2023. Disponível em: https://lume.ufrgs.br/handle/10183/266703 . Acesso em: 16 out. 2024.

DZI, Taila Suian. Quero ter tempo para rever as coisas que tenho: escritas de si, errância e arquivo. 2023. 374 f. Tese (Doutorado) - Curso de Artes, Escola de Belas Artes, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2023. Disponível em: https://repositorio.ufmg.br/handle/1843/56835 . Acesso em: 16 out. 2024.

FERREIRA, Glória. A prática artística como forma de conhecimento. In: VILELA, Ana Letícia; DE PAULA, Ana (org.). Poéticas, práticas e políticas do sensível. Goiânia: CEGRAF/UFG, 2016. p. 19-29.

GUATTARI, Félix. Caosmose: um novo paradigma estético. São Paulo: Editora 34, 1992.

KANNAN, Helena. Impressões, acúmulos e rasgos: procedimentos litográficos e alguns desvios. Porto Alegre: Editora da Ufrgs, 2016.

LUNA, Ianni Barros. Caminhadas sonoras e as derivas do som. Revista Vis, Brasília, v. 21, n. 2, p. 312-332, maio 2023. Disponível em: https://periodicos.unb.br/index.php/revistavis/article/view/48473 . Acesso em: 16 out. 2024.

ROLNIK, Suely. Cartografia sentimental: transformações contemporâneas do desejo. São Paulo: Editora Sulina, 2006.

SOUTO, Virgínia Tiradentes; MEDINA, Diana. Flanar, deambular ou derivar?: a rua como espaço da experimentação artística. Ephemera, Ouro Preto, v. 4, n. 9, p. 77-88, dez. 2021. Disponível em: https://periodicos.ufop.br/ephemera/article/view/4961 . Acesso em: 16 out. 2024.

Published

11/03/2026

How to Cite

Gottardi, P. (2026). LITHOGRAPHY AS A FIELD OF FORCE: VERTIGOS AND THRESHOLDS OF LANDSCAPE IN CONTEMPORARY ARTISTIC PRACTICES IN VISUAL ARTS. Revista Da FUNDARTE, 1(1), e1752. https://doi.org/10.19179/rdf.v1i1.1752