Edições anteriores

  • Cadernos Pedagógicos volume V 2017
    v. 5 n. 5 (2017)

    O Cadeno apresenta o Projeto Ação Comunitária FUNDARTE: descentralização e Acessibilidade

     

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    www.youtube.com/watch?v=z_yoJKVJ0nc

     

  • Educação Infantil e Conhecimento
    v. 4 (2014)

    Sente-se e percebe-se nitidamente o desenvolvimento econômico brasileiro, insofismável, com índices positivos inimagináveis – pela grande maioria do povo brasileiro - até o início do presente século; embora a inexistência genérica de estruturas ideais que deveriam ser realizadas pelo setor público; então, como consequência dessa rápida aceleração progressista, sem o adequado alicerce, a qualidade de vida da população, porém, está abaixo e inadequadamente situada em relação à economia nacional. E o mais contundente para reverter o que não está bem é a Educação, a começar pela Educação Infantil, o atendimento correto às nossas crianças de zero a seis anos incompletos.

    Faz-se público o documento montenegrino que a todos importa, influi, aprimora à construção da Nação, da Pátria, do Estado Democrático de Direito, apresentado pela Constituição da República Federativa do Brasil que, sem seu Povo educado e culto, é inexequível.

    Montenegro do ano de 2013, pelos profissionais da Educação signatários desta obra, se fortalece ao se dizer presente no conjunto das mais importantes obras do saber brasileiro e acompanha, com algo sinalagmático, compromissos morais e - por este caderno - materiais. Dá-se os passos no aperfeiçoamento da pedagogia brasileira do ontem, do hoje e do amanhã.

    Ao alvorecer da Educação Popular de Montenegro, as reflexões, experiências e debates acerca do tema Educação Infantil recepciona, através do que se segue, estudos, observações, experiências e experimentos oriundos da mecânica escolar e das situações reais do cotidiano escolar, das suas inúmeras facetas, seus arranjos, soluções e conformações exigidas ao professor
    pela dinâmica imposta numa sociedade moderna e exageradamente competitiva. A Educação, então, haverá de tingi-la indelevelmente – a sociedade - com matizes humanitários. É lá na base escolar, unida à família, que se inicia a estrutura do ser pessoa integral, responsável, cidadã e com dotes dos verdadeiros valores humanitários.

    A informação e a difusão de conhecimentos das práticas exige estes encorajadores registros para o desenvolvimento das melhores técnicas pedagógicas, magisteriais e, atualmente, nas suas orientações diversas da inclusão social através do processo educativo ancorado na compreensão do ser criança: que brinca, que ama, que sonha, que é indivíduo em personalidade e caráter; e, sobremaneira, a consideração da sempre presente cidadania a compreender a liberdade, a igualdade, a fraternidade real entre, e para todos, os seres infantis; afinal, sempre se faz o que nos estimulam a fazer.

    Avante ao futuro maravilhoso de Paz, Harmonia e Saúde!

    Luiz Américo Alves Aldana, Secretário Municipal de Educação e Cultura de Montenegro (RS).

  • Partituras para Prática de Conjunto
    v. 3 (2012)

    Neste terceiro volume do Caderno Pedagógico FUNDARTE, temos a satisfação de apresentar uma espécie de “retrato” do trabalho desenvolvido pela instituição. Um grupo de alunos que tocam instrumentos heterogêneos, com uma formação inesperada, regidos por um maestro que, por sua vez, fez parte deste grupo em sua infância e adolescência. Ou seja, a FUNDARTE, tradicionalmente, formando seus mestres.

    Este é um momento especial para este grupo de músicos iniciantes que pretendem mostrar um pouco da música regional do Rio Grande do Sul de uma forma criativa, técnica e divertida para todos.

    O projeto Conjunto Instrumental Jovem da FUNDARTE: divulgando a música gaúcha, foi uma elaboração coletiva dos professores de música da FUNDARTE, onde todos participaram com alguma ideia ou comentário. Tem como objetivo principal divulgar a música folclórica do Rio Grande do Sul através da preparação de um repertório com músicas característica deste estado, que foram gravadas em CD, e, as partituras registradas em um caderno pedagógico. Também está prevista a realização de uma pequena turnê de seis concertos pela Região Sul do Brasil e a distribuição gratuita do caderno pedagógico para universidades e escolas de música desta região.

    Graças à aprovação no Ministério da Cultura, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura - Lei Rouanet - e a sensibilidade e o apoio das empresas Tanac S/A, Unimed Vale do Caí, CNP Engenharia de Sistemas e a Companhia Brasileira de Cartuchos é que foi possível a realização desta etapa do projeto.

    O Conjunto Instrumental Jovem da FUNDARTE é um dos grupos artísticos que a instituição mantém. Iniciou suas atividades com o nome de Orquestra Infanto Juvenil da FUNDARTE em agosto de 1977, tendo como professores Roberto Bastos André e Merice Jahn, e regência do maestro Hermes de Andrade. Em 1979 teve a regência do professor Carlos Jurandir Calazans de Almeida e em 1984 da professora Maria Inês Kindel.

    Esta orquestra modificou-se no decorrer dos anos e seu nome passou a Conjunto Instrumental Jovem da FUNDARTE. Em 1995, sob a regência do professor Alexandre Birnfeld os integrantes começaram a realizar ensaios por naipes sob o comando de professores de instrumentos específicos da área de música. Prepararam um repertório especial e realizaram uma turnê para Indiana nos Estados Unidos, em 1996. Posteriormente o grupo foi regido pela professoras Lúcia Teixeira e depois Claudia Dreher.

    A partir de 1999 o Conjunto esteve sob a regência de Adriana Bozzetto cuja proposta foi a participação e socialização dos alunos do curso básico de música da FUNDARTE, de forma a conciliar diversidades de idades e de experiências. Os objetivos centrais do grupo são: integrar alunos de diversos instrumentos musicais; divulgar o trabalho do grupo com apresentações variadas; explorar a criatividade dos alunos através de um repertório eclético.

    Este grupo conta com alunos de acordeon, flauta doce, violão, saxofone, violino,viola, violoncelo, contrabaixo elétrico e acústico, teclado, guitarra e percussão.

    Em 2010 o grupo esteve sob a coordenação e regência da professora de cordas Karin Lorenz Kupas, e, em 2011 para este projeto de músicas gaúchas, contou com a regência e arranjos do professor Matheus Kleber, e, com a participação especial como arranjadores dos professores Alexandre Birnfeld e Daltro Keenan Junior. A coordenação do projeto esteve sob a responsabilidade da professora de Educação Musical Júlia Maria Hummes e da psicopedagoga Márcia Pessoa Dal Bello.

    Júlia Maria Hummes
    Profª Mestre em Educação Musical
    Vice-diretora da FUNDARTE