A LITOGRAFIA COMO CAMPO DE FORÇA: VERTIGENS E LIMIARIDADES DA PAISAGEM EM PRÁTICAS ARTÍSTICAS CONTEMPORÂNEAS NAS ARTES VISUAIS
DOI:
https://doi.org/10.19179/rdf.v1i1.1752Palavras-chave:
Gravura; Litografia; Linha do horizonte; Raízes; Procedimentos artísticos.Resumo
Este artigo investiga procedimentos artísticos contemporâneos com ênfase na litografia e sua relação com o corpo, a paisagem e a experiência sensível. A pesquisa, de caráter processual e qualitativo, adota uma metodologia caminhante, partindo de escritas de si e gestos cotidianos, como arrancar raízes e caminhar pela Praia do Fagundes em Porto Belo (SC). Essas práticas geram procedimentos artísticos concebidos por um campo de força que vibra na linha do horizonte, abordada como metáfora para a experiência sensível. A litografia é explorada não apenas como técnica, mas como espaço de vibração onde matéria e gesto se entrelaçam, criando uma vertigem sensível do intangível.
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