Anúncios

Foi Lançada a Revista nº 47

Nós

Podemos Pensar

o Impossível?!

 O desafio aceito por mim, para escrever o Editorial dessa última publicação do ano de 2021 da Revista da FUNDARTE, despertou-me, ao ler trechos de “Alice no País das Maravilhas”, de Lewis Carroll, o questionamento: Nós podemos pensar o impossível?

Na icônica história de Carroll, Alice, em determinado momento, confessa que não adianta tentar pensar coisas que são impossíveis de serem realizadas – Não podemos acreditar na realização de algo impossível – confessa a menina à Rainha.

Em contrapartida, em seu singular modo de ser, a Rainha retruca a ousada afirmação da garota, dizendo que a falta de prática em pensar no impossível a levou a tamanha insensatez; com prática, podemos pensar em coisas impossíveis antes do café da manhã e, ainda, intensificar a exploração da imaginação humana ao longo do dia.

Bem, relembro – a meu modo – esse trecho da história de Alice, para afirmar que todos nós temos a oportunidade de acreditar nas possibilidades de realização de uma imaginação (talvez) impossível, diante de nosso singular contexto de vulnerabilidade de saúde pública mundial, a Pandemia que nos assola.

Ao acreditarmos nas possibilidades à realização de uma imaginação impossível, nos transformamos, nos reinventamos. Experienciar a Arte, Viver a Arte e Fazer Arte por meios que, por outrora, seriam frutos apenas de uma imaginação irreal, se concretizou nos modos que a virtualidade nos despertou para percebermos tamanha dimensão de conexões com o mundo contemporâneo.

É, portanto, sobre essa dimensão contemporânea que lhes convido a se deixar atravessar pelas possibilidades de sua imaginação humana, através da leitura dos artigos que constituem a Edição N° 47 da Revista da FUNDARTE.

Bruno Felix

  • Foi lançada a Revista da FUNDARTE nº 47

    22.12.2021

    Nós

    Podemos Pensar

    o Impossível?!

     O desafio aceito por mim, para escrever o Editorial dessa última publicação do ano de 2021 da Revista da FUNDARTE, despertou-me, ao ler trechos de “Alice no País das Maravilhas”, de Lewis Carroll, o questionamento: Nós podemos pensar o impossível?

    Na icônica história de Carroll, Alice, em determinado momento, confessa que não adianta tentar pensar coisas que são impossíveis de serem realizadas – Não podemos acreditar na realização de algo impossível – confessa a menina à Rainha.

    Em contrapartida, em seu singular modo de ser, a Rainha retruca a ousada afirmação da garota, dizendo que a falta de prática em pensar no impossível a levou a tamanha insensatez; com prática, podemos pensar em coisas impossíveis antes do café da manhã e, ainda, intensificar a exploração da imaginação humana ao longo do dia.

    Bem, relembro – a meu modo – esse trecho da história de Alice, para afirmar que todos nós temos a oportunidade de acreditar nas possibilidades de realização de uma imaginação (talvez) impossível, diante de nosso singular contexto de vulnerabilidade de saúde pública mundial, a Pandemia que nos assola.

    Ao acreditarmos nas possibilidades à realização de uma imaginação impossível, nos transformamos, nos reinventamos. Experienciar a Arte, Viver a Arte e Fazer Arte por meios que, por outrora, seriam frutos apenas de uma imaginação irreal, se concretizou nos modos que a virtualidade nos despertou para percebermos tamanha dimensão de conexões com o mundo contemporâneo.

    É, portanto, sobre essa dimensão contemporânea que lhes convido a se deixar atravessar pelas possibilidades de sua imaginação humana, através da leitura dos artigos que constituem a Edição N° 47 da Revista da FUNDARTE.

    Bruno Felix

    Saiba mais sobre Foi lançada a Revista da FUNDARTE nº 47
  • Revista da FUNDARTE Qualis A2

    05.10.2020

    Acaba de ser publicada a Revista da FUNDARTE nº 42 - Narrativas de/para crianças: imagens, memórias, histórias.

    A publicação com mais de 400 páginas oferece ao leitor textos em português, inglês e francês além de um Ensaio Fotográfico que traz imagens feitas com crianças e por elas em Moçambique, em momentos do cotidiano, em que as potências e as trocas ganhavam contornos e espaços, possibilitando outras narrativas para suas histórias.

    “Este dossiê tem o propósito de estabelecer o diálogo entre pesquisas que têm como objeto a produção poética para/de crianças, em sua diversidade de imagens, memórias e histórias. Longe de estabelecer um consenso sobre a noção de infância, queremos, ao contrário, problematizar como essa noção vem sendo utilizada para demarcar o que passou a se constituir como um subcampo específico da produção cultural: Literatura, Música, Poesia, Cinema, Teatro destinados às crianças”

    Às autoras - Luciana Hartmann (Universidade de Brasília) e Hanna Araújo (Universidade Federal do Acre).

    Acesse agora: http://seer.fundarte.rs.gov.br/index.php/RevistadaFundarte/issue/current/showToc?fbclid=IwAR3Gru4cLOAW5rfaYDtHfD1PvxzCTGEWIFAP8ZH9L0bE8zmjZReSy4cOdwo

    Saiba mais sobre Revista da FUNDARTE Qualis A2